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Weber - Saint-Gobain

Renovar paredes antigas em edifícios correntes

Problema

Nos centros urbanos das nossas cidades, vilas e aldeias, especialmente nos núcleos mais antigos, encontramos edifícios destinados a utilização corrente (habitação, comércio, serviços, etc.) cujas soluções construtivas ao nível das paredes (fachadas e interiores) são constituídas maioritariamente por alvenarias de elementos em pedra ou tijolo, de natureza e estrutura muito variadas, quase sempre revestidas com um reboco e um acabamento colorido.

O mesmo tipo de solução construtiva encontra-se também disseminado fora dos meios urbanos, associada a edifícios de vocação rural como casas de quinta e
outras de menor relevo arquitetónico 

As paredes destes edifícios, constituídas por materiais bastante variados de origem local assentes de maneira mais ou menos estruturada com recurso a argamassas de cal, são de um modo geral elementos construtivos com níveis de resistência e coesão baixos, elevadas deformabilidade e permeabilidade ao vapor de água. Os seus revestimentos eram fabricados com diversos traços e composições, conforme a natureza dos materiais disponíveis e o fim a que se destinavam, e eram geralmente aplicados em três camadas: regularização e aderência, corpo de reboco e acabamento.

A utilização que correntemente se faz de argamassas de cimento para a renovação destas paredes, em substituição dos rebocos antigos, não respeita as caraterísticas e os materiais originais dos suportes, bem como os processos tradicionais de aplicação. Os resultados pouco eficazes destes trabalhos de renovação são bem conhecidos (fissuração, descolamentos, afloramento de sais solúveis, etc).

Solução

As argamassas a utilizar na reabilitação das paredes antigas deverão apresentar características físicas e mecânicas adaptadas às da parede original, para que possam revelar-se duráveis ao longo do tempo. Por outro lado, deverão proporcionar à parede a revestir a proteção adequada à penetração de humidade e degradação mecânica, a regularidade superficial e o acabamento estético esperados.

Avaliar e preparar as superfícies a revestir, eliminando os materiais soltos, pouco coesos ou degradados e lavando com jato de água de baixa pressão. Regularizar a superfície preenchendo os buracos existentes com pedaços de pedra ou tijolo e a argamassa weber.cal chapisco (encasque). No caso de superfícies muito desagregadas, realizar uma camada geral de consolidação com weber.cal chapisco. As paredes deverão ser sempre bem molhadas antes da aplicação das argamassas de reabilitação.

Realizar a camada de regularização aplicando o reboco weber.cal classic, em camadas sucessivamente de menor espessura com o máximo de 3 cm por camada e mínimo de 1 cm. O reboco pode ser aplicado manualmente ou por projeção com máquina de mistura contínua. Regularizar e sarrafar cada camada e talochar a camada final. Aplicar reforços com rede de fibra de vidro, pontuais ou generalizados, quando a estabilidade do suporte ofereça dúvidas.

Após endurecimento do reboco durante pelo menos 3 semanas, aplicar o acabamento decorativo colorido weber.cal decor sobre o suporte bem molhado. A aplicação deve ser feita barrando com talocha inox lisa, em duas camadas sucessivas com cerca de 1,5 mm cada. A textura de acabamento na camada final pode ser em areado fino, usando esponja ligeiramente humedecida, ou alisado, afagando suavemente a superfície previamente areada com talocha inox lisa.

Solução com os seguintes produtos Weber

Solução 1

weber.cal classic

Reboco para renovação de paredes antigas em edifícios correntes

weber.cal decor

Acabamento mineral colorido para paredes antigas