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Weber - Saint-Gobain

Sistema Weber.therm - o primeiro, em Portugal, a ser homologado pelo LNEC

7 07 2010

O sistema de isolamento térmico pelo exterior “weber.therm”, desenvolvido pela Saint-Gobain Weber, foi o primeiro a ser homologado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil à luz dos critérios definidos no “Guia Para Aprovação Técnica Europeia ETAG 004” e consiste numa técnica cuja utilização tem vindo a aumentar em Portugal

O conceito consiste em revestir a fachada de um edifício com um sistema contínuo, somente interrompido nas zonas correspondentes a aberturas, como janelas e portas, combinando placas rígidas de material isolante térmico, argamassas especiais para fixação e revestimento das mesmas e acabamentos decorativos e de protecção. 

A existência desta “pele” isolante protege a fachada do edifício da chuva, frio e calor, exigindo um recurso bastante mais reduzido a equipamentos complementares de aquecimento ou arrefecimento.

Quando comparada com o tradicional sistema de isolamento térmico de edifícios pelo seu interior, cuja utilização começou a diminuir a partir de 2006, esta solução apresenta várias vantagens. Por um lado, a protecção térmica é contínua, já que o isolamento da fachada só é interrompido nas zonas de envidraçados, onde outros materiais, como caixilhos e vidros, conseguem garantir a protecção.

Já quando a camada isolante térmica se encontra dentro das paredes, como foi prática desde o início dos anos 90 com o conceito de parede dupla, o isolamento é interrompido nas zonas correspondentes aos elementos da estrutura de betão armado (pilares, vigas, lajes). Estes, por não estarem isolados termicamente, acabam por transformar-se em zonas de transmissão de frio, potenciando fenómenos de condensação do vapor de água do ar interior na superfície dos revestimentos interiores (aparecimento de manchas escuras).

Por outro lado, em situações de reabilitação, a colocação da espessura correspondente ao material isolante (que pode chegar aos 6 cm) na face exterior da parede de fachada não provoca prejuízo na área útil disponível no interior.

Esta solução da já foi aplicada em vários projectos a nível nacional, como o Hospital Privado do Porto, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e o Sealife, ambos no Porto, a Fundação Champalimaud, em Lisboa, o Edifício do El Corte Inglês em Coimbra, entre outros.